Ponte Hercílio Luz vista do continente. Foto: panoramio.com
Floripa combina com sol, mesmo que não esteja muito calor. Com sol e céu azul a beleza natural daqui fica esplendorosa, o mar com cores incríveis e os morros mais verdinhos. Mas e quando chove? O que fazer nessa cidade? Muitos turistas azarados devem pensar muito nisso quando olham pela janela da pousada e vêem o céu cinzento, nublado e chuvoso. E, claro, não apenas turistas, mas nós que aqui moramos também nos perguntamos isso quando chove em pleno final de semana! 

Então, o que fazer em Floripa em dias de chuva?

Café na Lagoa da Conceição... mas nesse dia, pelo visto, não estava chovendo. Foto: DC.
- Cafés: É sempre uma opção um café legal em um dia chuvoso. Na Lagoa, tem o Sintonia e o Café Cultura. A gente prefere o Sintonia que é mais vazio e tranqüilo, mas se você gosta de um lugar mais cheio de gente e com movimento é melhor ir ao Café Cultura ou no Empório Mineiro, no Shopping Via Lagoa. Outra dica, mas talvez mais molhada pois esse café é aberto (tem umas três mesinhas que ficam em área coberta), é o café do Mirante do Ponto de Vista com vista para a Lagoa da Conceição. As confeitarias Chuvisco também são uma boa opção para um café, tem uma bem legal na Beira Mar Norte.

Florianópolis com chuva e vento. Foto:Emerson Souza
- Comer, comer, comer: Aproveite que está chovendo e vá comer as deliciosas comidas manezinhas, peixe com pirão é bom demais. Para comer um peixinho escolha algum restaurante perto das praias. Se você estiver no Sul da Ilha, coma no Pântano do Sul. Uma dica legal é o Bar do Vadinho, comida manezinha de primeira, com uma vista linda para o mar. Se você estiver no Norte da Ilha, coma na Ponta das Canas. Um lugar que gostamos lá é o Ocean House, que também tem uma vista linda do mar e comida bem temperada. Na Lagoa tem vários restaurantes que servem peixe com pirão, uma opções legal é  a Casa do Chico.

Mesa do Café Colonial do Hotel Engenho Eco Park. Foto: Sortimentos.com
- Café Colonial: Chuva me lembra comida e quando a chuva vem acompanhada de um friozinho, aí me lembra ainda mais comida! Um programa legal para uma tarde chuvosa de sábado é se acabar em um café colonial. Bem, café colonial não é típico daqui do litoral, é algo comum nas regiões serranas e também no Rio Grande do Sul, onde teve colonização alemã. Aqui na Ilha conhecemos o café colonial do Hotel Engenho Eco Park, muito delicioso e bem servido, com diversas opções de doces, tortas, bolos, pães, sopa, bebidas e todas aquelas comidas. Além da comida gostosa, o lugar é bonito externa... ah esqueci que está chovendo e você não vai poder passear na enorme área verde deles. Hehehehe. Antes de ir, dê uma ligadinha para confirmar se estão servindo o café colonial.

Ostras ao bafo. Foto: site do chef Heiko Grabolle
- Comer ostras e passear em Santo Antônio de Lisboa ou Sambaqui: Santo Antônio é um bairro bem pitoresco, lá você pode ver artesanato em algumas lojas, como a Casa Açoriana. Atrás da Casa Açoriana, tem um café e restaurante, o Santo Antônio Spaghetteria Caffe. Se você gosta ou quer experimentar ostras, aproveite a chuva para comer mais! Ali em Santo Antônio tem o Freguesia Bar, que além das ostras deliciosas tem uma bela vista o mar. Dali de Santo Antônio de Lisboa para chegar em Sambaqui é um pulinho... na verdade, é no fim da rua/estrada, basta seguir as placas para Sambaqui, é impossível se perder ali. Bem, em Sambaqui você poderá achar outros lugares para comer ostras, tem vários e quase todos de frente para o mar.


- Paradigma Cine Arte: Esse é um cinema pequeno e alternativo daqui da Ilha. Os filmes que passam lá não estão no circuito comercial, são sempre filmes de boa qualidade e interessantes. Os filmes ficam em cartaz por pouco tempo, um final de semana no máximo, então é bom dar uma consultada na programação deles. O espaço é bem pequeno, mas bem legal. O Cine Paradigma fica dentro do Corporate Park, na SC 401 (estrada que liga o centro ao norte da Ilha). No Corporate Park tem uns dois cafés para antes ou depois do filme.


Não, esse shopping não é em Floripa... mas se fosse aqui e estivesse chovendo estaria assim. Foto: allyou.com
- Shoppings: Bem, se eu fosse você não iria aos shoppings da Ilha em dias chuvosos... todo mundo teve essa mesma idéia antes. Com certeza, os três shoppings da Ilha (Beira Mar, Iguatemi e Floripa Shopping) estarão abarrotados de gente e você só vai se estressar. Cinema em shopping? Em dia de chuva?! hahahaha desista. Ah, ia esquecendo mais um motivo para você desistir dos shoppings... os estacionamentos lotados. 


Na quarta-feira, dia 30 de março, ocorrerá no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) o "Concerto pelo Japão", organizado pela comunidade nipo-brasileira de Florianópolis em prol das vítimas do terremoto e tsunami que atingiram o Japão em 11 de março.
Todo o dinheiro arrecadado com o valor dos ingressos serão doados para a Cruz Vermelha, que possui conta destinada às vítimas do desastre.

O concerto terá apresentações de Masami Ganev (soprano do Japão residente em Florianópolis), Alberto Heller (piano), Polyphonia Khoros (coro) e de solistas da Camerata Florianópolis: Oliver Yatsugafu (violino), Waleska Sieczkowska (violino), Natasha Sieczkowska (viola) e Anderson Fiorelli (violoncelo).

Compareça e ajude o Japão!


Quando: 30 de março, às 20:00
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), Rua Marechal Guilherme, 26, Centro, Florianópolis
Quanto: R$ 30 (inteira); R$ 15 (meia)

Hoje é aniversário de nossa linda cidade! Parabéns Florianópolis pelos 285 anos!!!

Ponte Hercílio Luz. Foto: Armando Vernaglia Jr. , no site e blog do fotógrafo.

Soube dessa campanha pelo blog da Paula, o Chez Popi, e então logo quis que nosso
blog também entrasse nessa grande corrente de solidariedade pelo Japão.

Hoje, 18 de março, completa uma semana do terremoto e tsunami que o povo japonês sofreu. Além das milhares de vidas que se perderam, das casas destruídas, da falta de luz, comida, combustível e aquecimento, o pesadelo de um desastre nuclear ronda novamente o país. O Japão precisa de ajuda. Por isso, muitos blogueiros de todo mundo resolveram fazer desse dia um dia de silêncio virtual para arrecadar fundos para ajudar o Japão.


Esta é a página da iniciativa da campanha: http://www.forjapanwithlove.com/ . Dentro dela tem a opção "click here to donate" (clique aqui para doar), onde é possível fazer uma doação em dólar em qualquer valor por meio de cartão de crédito. A entidade que está recebendo as doações é a ONG Shelter Box, que é especializada em ajudar pessoas em situações de desastres naturais. Com o dinheiro arrecadado, a Shelter Box vai enviar para aos japoneses que estão desalojados, as caixas-abrigo (shelter box) que são kits com barraca, cama, kit de primeiros socorros, equipamentos de cozinha, equipamento de purificação de água, ferramentas básicas e outros itens essenciais para quem perdeu tudo. 

Se você é blogueir@ e está lendo isso aqui, divulgue também a campanha em seu blog colando o selo e fornecendo as informações sobre a doação. Se quiser, pode copiar o texto daqui.

Vai um risotinho aí? Foto: guiemi.blogspot.com

Risotos são sempre uma delícia e não precisa de muita coisa dentro deles para ficarem gostosos. O legal de servir risoto é que não precisa também fazer um monte de acompanhamentos, basta uma salada legal e pronto! Bem, pode ser que para quem coma carne um bife seja uma boa pedida, mas não é o caso aqui hehehehe!
Esse risoto aí de cima é de shiitake desidratado, que é bem fácil de se achar pelos mercados ou em lojinhas japonesas. A salada verde com gorgonzola e manga com molho de mostarda acompanhou bem, além de um vinho, é claro!

Risoto de Shiitake
- Em uma panela, coloque colheres de manteiga e deixe derreter. Acrescente cebola bem picada e deixe dourar.
- Coloque o arroz arbóreo (tem que ser italiano de verdade!) e frite-o nessa manteiga até ele ficar um pouco incolor. 
- Acrescente vinho para cobrir o arroz e deixe secar.
- Coloque aos poucos um caldo de legumes e mexa com cuidado.
- Quando o arroz estiver quase cozido, acrescente o shiitake já hidratado e cortado em pequenos pedaços. Mexa mais um pouco.
- Finalize acrescentando mais uma colher de manteiga e queijo parmesão.

Praia de Palmas vista do alto do morro. Foto: guiemi.blogspot.com

Existem muitas praias bonitas perto de Florianópolis e nem precisa ficar muito tempo na estrada para chegar até elas. Um exemplo são as praias de Governador Celso Ramos, distante apenas 43 km de Floripa. Outro dia, resolvemos sair da Ilha e dar umas voltas por lá. De carro dá para ir parando em várias delas, como é possível ver no mapa abaixo. 


Governador Celso Ramos possui várias praias e todas muito lindas. A sua localização é realmente privilegiada, pois encontra-se em meio as Áreas de Proteção Ambiental (APP) da Baleia-Franca e de Anhatomirim, onde golfinhos se reproduzem e vivem.

No almoço, fizemos uma parada em um restaurante que nos conquistou pela simpatia do pessoal e pelo tempero da comida, além de uma pimenta que eles serviam, feita ali mesmo pela sogra do proprietário. Inclusive, depois de elogiar tanto a pimenta para os donos, estes resolveram nos presentear com um potinho da ardida! O lugar chama Restaurante Mar à Vista, fica na estrada geral dos Ganchos (subida do Morros de Palmas). Provamos um delicioso peixe à escabeche que acompanhava arroz, fritas, salada e pirão (R$42 serve dois e até 3!). 

Mapa de praias de Governador Celso Ramos. Fonte: google.com

Outra foto da Praia de Palmas vista do alto de um morro... pena que o dia estava nublado. Foto: guiemi.blogspot.com

Praia de Ganchos de Fora. Foto: guiemi.blogspot.com

Praia de Ganchos de Fora. Foto: guiemi.blogspot.com

Peixe à Escabeche do Restaurante Mar à Vista. Foto: guiemi.blogspot.com

Vista do Restaurante "Mar à Vista". Foto: guiemi.blogspot.com

Praia de Ganchos de Fora com sol! Olha a cora dessa água! Foto: www.pontadosganchos.com.br

Praia do Gravatá, acesso só por trilha. Foto: guiemi.blogspot.com

Difícil falar qual é a mais bela vista de Florianópolis, toda natureza aqui é maravilhosa demais, mas sem dúvida a trilha do Gravatá (ou "Caminho do Gravatá") tem belas paisagens que disputam os primeiros lugares em beleza da Ilha. Em um desses sábados de Verão foi para lá que fomos tomar um banho de mar e fazer uma trilha. E o que falar desse lugar? Qualquer adjetivo é pouco para tanta beleza! Desde a vegetação da trilha aos animais, as vistas das praias, as rochas... todo o 'Caminho do Gravatá' é lindo.

A Praia do Gravatá fica no leste da Ilha, entre a Praia Mole e a Praia da Joaquina. É uma praia bem pequena, quase deserta, pois seu acesso é feito por uma trilha de 1,4 km e dura em torno de 30 minutos. A trilha não é difícil, só na parte chegando à praia é que a trilha fica bem íngreme. A entrada da trilha é pela estrada da Mole, em frente a escola Parapente Sul. Essa entrada fica em uma ladeira bem íngreme pavimentada no seu início. A placa da trilha está praticamente apagada.

Vista da Praia do Gravatá pelas pedras. Foto: guiemi.blogspot.com

Durante a trilha, pare para apreciar a vista da Praia Mole e Praia da Galheta. Foto: guiemi.blogspot.com
A trilha é bem aberta e com belas vistas na chegada da praia. Foto: guiemi.blogspot.com

A vegetação pelo caminho é muito linda. Foto: guiemi.blogspot.com
Rancho de pescadores no alto da Praia do Gravatá. Foto: guiemi.blogspot.com


E no meio da trilha tinha um cavalo! Foto: guiemi.blogspot.com



Vegetação pela trilha do Gravatá. Foto: guiemi.blogspot.com

A trilha é bem tranquila. A vista é do começo da trilha. Ao fundo é a Lagoa da Conceição. Foto: guiemi.blogspot.com




Praia do Gravatá: vazia em pleno Verão! Foto: guiemi.blogspot.com

Olha o tamanho da tarântula que circula pelas pedras da Praia do Gravatá! Foto: guiemi.blogspot.com




Atum com gergelim: simples e muito bom. Foto: guiemi.blogspot.com

Toda vez que vamos perto do Mercado Público, aqui em Florianópolis, aproveitamos para passar nas peixarias e comprar um peixinho para preparar! Dessa vez, o escolhido foi o atum. Já fazia um tempo que essa receitinha não era feita em casa e matamos a vontade. É uma receita simples, rápida, que parece meio oriental e nem precisa de acompanhamentos, basta um gohan (arroz japonês). O legal desse atum, além da crocância do gergelim no peixe, é o molho que é meio adocicado e que parece caramelo. Experimente fazer!

Receita de atum com crosta de gergelim

- Tempere o atum (cortado em pedaços grossos) com limão, sal e pimenta do reino. Deixe marinar.
- Faça o molho: misture, em uma panela, vinagre balsâmico, saquê e açúcar. Leve ao fogo até reduzir pela metade e ficar com um aspecto caramelizado. Reserve.
- Coloque gergelim em um prato e passe nos pedaços de atum. Leve ao fogo, em uma frigideira, com um pouco de azeite. Vire com cuidado para grelhar dos dois lados.
- Sirva o atum com o molho, gohan e, se quiser, com um pouquinho de wasabi.

Esse é um ótimo vídeo sobre Florianópolis e suas belezas. Assista!!!

As águas da Praia da Costeira da Armação são bem claras. Foto: guiemi.blogspot.com

No início de Janeiro fiz um passeio de barco com minha mãe e minha irmã, que estavam passando uns dias de férias conosco, pela Baía dos Golfinhos. Esse passeio de barco sai do trapiche que tem quase embaixo da Ponte Hercílio Luz, no centro de Florianópolis, e vai até Governador Celso Ramos (uma pequena cidade no continente, sentido norte). Durante o passeio, que inicia logo cedo e dura até o meio da tarde, é possível (se tiver sorte) ver golfinhos, visitar a Fortaleza de Santa Cruz, localizada na Ilha de Anhatomirim, e também conhecer a praia da Costeira da Armação, em Governador Celso Ramos. De outra vez, anos atrás, fizemos esse mesmo passeio e vimos golfinhos, mas dessa vez eles resolveram não aparecer!

A Praia da Costeira recebe sempre muitos turistas desses tipos de passeio de barco, pois ali tem um pequeno trapiche onde os barcos ancoram e alguns restaurantes. É uma praia pequena de areias grossas e águas bem cristalina. 


Uma família que estava junto no barco se preparando para um mergulho. Foto: guiemi.blogspot.com

Muitos barquinhos na Praia da Costeira. Foto: guiemi.blogspot.com

Essa praia tem muitos ranchos de embarcações pesqueiras. Foto: guiemi.blogspot.com

Barco dos turistas ancorado. Foto: guiemi.blogspot.com

Turistas desembarcando no pequeno trapiche. Foto: guiemi.blogspot.com

Vista do barco da Praia da Costeira da Armação da Piedade. Foto: guiemi.blogspot.com 

Pôr do sol na Beira Mar Norte. Foto: guiemi.blogspot.com
 "É quase impossível apreciar um pôr-do-sol sem sonhar" (Michel Quoist).

Trapiche adaptado da Beira Mar Norte e, ao fundo, o novo trapiche sendo construído. Foto: guiemi.blogspot.com

Enquanto o trapiche da Av. Beira Mar não fica pronto (em segundo plano na foto), o pessoal dos barcos que saem dali para passeios está se adaptando nessa coisa esquisita daí da foto de cima. O prefeito tinha prometido entregar a obra toda da revitalização da Beira Mar em 15 de dezembro, mas... claro que não deu tempo. Agora a previsão da entrega é 15 de fevereiro.
O novo trapiche terá mais de 5 metros de largura, um pouco mais de 61 metros de comprimento e vai custar R$ 1 milhão!!! Trapichezinho caro esse, hein!

Nossas primeiras ostras gratinadas! Foto: guiemi.blogspot.com
Como já dissemos aqui no blog em outros posts, as ostras daqui de Florianópolis tem preço muito bom, além de deliciosas. Nunca tínhamos feito as ostras em casa, até que outro dia o Gui, passando por Santo Antônio de Lisboa, comprou uma dúzia de ostras (12 ostras = R$ 7.00, no Freguesia Bar e Restaurante, que fica em frente a praia). Foi bem legal fazer as ostras gratinadas, ficaram igualzinhas as que já comemos fora! Pensei que seria complicado, mas é bem tranqüilo de fazer. 

Receita de ostras gratinadas

- Primeiro é preciso fazer as ostras ao bafo. Coloque as ostras para cozinhar em um pouco de água (um dedo de água). As ostras devem ser colocadas deitadas na panela coma parte da concha mais funda para baixo. Deixe ferver as ostras, até abrirem.
- Quando as ostras abrirem, retire da panela. Abra o restante das ostras, retirando a concha da parte de cima (a rasa).
- Faça um molho branco.
- Cubra as ostras com requeijão e o molho branco. Acrescente queijo ralado e coloque no forno para gratinar por uns 20 minutos ou até gratinar por completo.


As deliciosas ostras gratinadas!!! Foto: guiemi.blogspot.com

Arco Íris na Av. Beira Mar Norte. Foto: guiemi.blogspot.com

Depois de uma chuva de Verão, um Arco Íris! E não pense que a chuva ameniza o calor. A única coisa que ameniza esse calor é mesmo um ar condicionado!

Nosso Somen, macarrão gelado delicioso! Foto: guiemi.blogspot.com
Aqui em Floripa o Verão está bem quente e abafado, nada melhor que uma comida refrescante para aliviar o calor. O Somen é uma dessas receitas, um macarrão japonês que é servido gelado! Em um primeiro momento pode até parecer estranho para quem nunca comeu macarrão no caldo gelado, mas com certeza é irresistível e delicioso. Além de ser uma receita japonesa fácil de se fazer. O caldo do Somen é praticamente o mesmo do Udon, a diferença é que o Udon é um prato quente e o Somen, frio. Assim como o Udon, são várias as formas de preparo do caldo e também é possível usar alguns ingredientes a mais, como tikuwa ou kamaboko (massa de peixe vendida em casa de produtos orientais), gôbo (bardana) ou pedaços de carnes. 



Receita de Somen 

- Frite cebola e refogue rapidamente cenoura fatiada em pequenos pedaços, aguê (tofu frito industrializado) fatiado e shiitake fatiado.
- Acrescente água (1 litro), shoyo a gosto, 1 sachê de hondashi  (tempero à base de peixe da Ajinomoto) e sal. Deixe ferver.
- Em outra panela, cozinhe macarrão para Somen (macarrão japonês feito com farinha de trigo, é um macarrão branco e bem fininho) conforme a embalagem.
- Deixe o caldo esfriar e coloque na geladeira. Sirva gelado em uma tigela com o macarrão que também deve estar frio. Acrescente cebolinha picada.

Ingredientes para o Somen: cenoura, cebola e aguê, além do Somen é claro! Foto: guiemi.blogpsot.com

Shiitake e cebolinha também vão na receita. Foto: guiemi.blogspot.com


Moti em uma manhã de Verão com muito sol. Foto: guiemi.blogspot.com
A Ponte Hercílio Luz é um dos mais belos cartões postais da cidade de Florianópolis e também do Estado de Santa Catarina. Seja de dia ou à noite, toda iluminada, a Ponte emoldura a Av. Beira Mar Norte com sua beleza. Por ali não passam carros desde meados da década de 80 e atualmente está sendo realizada uma reforma nela. Toda a reforma vai custar R$ 169 milhões e o prazo de conclusão é 13 de maio de 2012, dia em que o monumento completa 86 anos de idade.

Toda vez que alguém "de fora" escuta o nome dos bairros 'Saco dos Limões' ou 'Saco Grande', por exemplo, acha meio estranho ou meio pornográfico! Pois é, alguns nomes de bairros de Florianópolis são bem diferentes mesmo. Mas cada um deles tem o seu significado. Outro dia lendo o site do jornal Diário Catarinense, li um pouco sobre essas curiosidades que foram pesquisadas pelo professor Nereu do Vale Pereira, que é um dos autores do Dicionário Topônimo de Florianópolis.


Mapa de Florianópolis


Abaixo estão alguns trechos da matéria, que pode ser lida na íntegra aqui:

"Haja sacos nesta cidade

Saco Grande, Saquinho, Saco das Baleias, Saco dos Limões... O que não falta é Saco na Ilha, não é? Mas o nome desses locais não se deve a um saco de pano, de papel, de plástico. Saco, nestes casos, quer dizer enseada.

Canasvieiras: grande canavial
Foi uma variação de cana, a Cana Vieira, gramídio de caule longo abundante no Norte da Ilha que deu nome a Canasvieiras. Com o tempo, o plural Canavieiras foi popularizado como Canasvieiras e é chamado assim até hoje.

Calheta, não galheta
O nome oficial é Galheta. Mas a praia de nudismo foi batizada como Calheta — há registros de 1932 com esta nomenclatura — justamente pela geografia do lugar. Calheta quer dizer "entrança de mar" em forma de calha. Nereu explica que galheta, em vez disso, significa pequeno vaso ou jarra usada em celebrações eucarísticas para guardar água e vinho ou recipiente para vinagre e outros condimentos.

Uma faixa muito estreita: bairro Estreito
A faixa de mar de cerca de 480 metros que separa o Bairro Estreito e a Ilha de Santa Catarina é a mais estreita entre a Ilha e o Continente. Por isso, o nome do bairro.

Saco dos Limões: Enseada dos Limões?
As antigas embarcações eram insalubres e, não raramente, marujos sofriam de enfermidades diversas, em consequência disso. Na enseada, hoje chamada de Saco dos Limões havia limoeiros. A fruta, que tem efeito terapêutico no tratamento e prevenção de doenças, era muito consumida pelos navegadores, que aportavam ali para desfrutar dos frutos dos limoeiros.

Lagoa Grande, hoje Lagoa da Conceição
Hoje point dos baladeiros na Ilha, a Lagoa da Conceição, teve o nome abreviado com o passar do tempo. No começo da colonização, era chamada Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa Grande, em homenagem à santa.

Campeche: Pequeno Príncipe, nada!
Há quem diga que a Praia do Campeche recebeu este nome devido a um ilustre visitante, o escritor e aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, autor de obras como O Pequeno Príncipe. Muito antes da existência do autor, em 1730, porém, há registros de que o local já era chamado de Campeche, não por ser campo de pesca, mas por causa de uma planta medicinal de mesmo nome.

Um ribeirão na Ilha
O Ribeirão da Ilha, originalmente recebeu um nome em homenagem a uma santa e com um referencial geográfico. Batizada como Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão da Ilha, por causa do rio da localidade, teve o seu nome abreviado com o passar dos anos.

Armação: caça de baleias
A empresa de caça de baleias Armação de Santana da Lagoinha acabou dando nome a uma das mais bonitas praias da Ilha, a Praia da Armação. A empresa foi erguida em meados de 1732.

Lagoa do Peri: tá assim de piri-piri lá
Ao contrário do que se pode imaginar, não tem nada a ver com o personagem do romance O Guarany, de José de Alencar. O nome da Lagoa do Peri deve-se à planta de mesmo nome, abundante no local. Também conhecida como piri ou piri-piri. Como outras localidades, anteriormente esta lagoa também foi batizada pelos colonizadores com um nome santo para identificar e outro geográfico, que servia de ponto de referência. Foi chamada, então, como Lagoa de Sant'Ana".

Fonte: Jornal Hora de Santa Catarina, no site do Clirbs.

Queima de fogos em Florianópolis. Foto: Alan Pedro.


Essas são algumas fotos da queima de fogos da Festa do Reveillon em Florianópolis. Cerca de 400 mil pessoas assistiram a queima de fogos na Avenida Beira Mar Norte, segundo a Guarda Municipal. Ou seja, é como se toda a população da cidade estivesse reunida na Beira Mar!!! O show pirotécnico durou 18 minutos! Conforme o Portal da Ilha, o show de fogos foi sincronizado com música e cerca de "13 toneladas de fogos explodiram no céu de Florianópolis em momentos de apoteoses coloridas. Diversas cascatas de fogos se formaram no céu e saíram do mar, encantando moradores e turistas. A Ponte Hercílio Luz também ficou iluminada com os fogos que celebraram a chegada de 2011".

Queridos amigos leitores, queremos desejar para todos vocês: Um Feliz Ano Novo e que 2011 seja um ano abençoado para todos nós!


Fogos na Ponte Hercílio Luz. Foto: Alvarélio Kurossu.

O show pirotécnico durou 18 minutos. Foto: Alvarélio Kurossu

Avenida Beira Mar lotada para a queima de fogos. Foto: Alan Pedro

Sobre este blog

Sejam bem vindos ao nosso blog!



Aqui escrevemos sobre nossa cidade, Florianópolis. De vez em quando também falamos de outras cidades da nossa Bela e Santa Catarina. E (quando não temos muito preguiça) publicamos fotos e receitas!

Pesquisar

Seguidores

Quem somos nós

Minha foto
Florianópolis, SC, Brazil