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Praia de Palmas vista do alto do morro. Foto: guiemi.blogspot.com

Existem muitas praias bonitas perto de Florianópolis e nem precisa ficar muito tempo na estrada para chegar até elas. Um exemplo são as praias de Governador Celso Ramos, distante apenas 43 km de Floripa. Outro dia, resolvemos sair da Ilha e dar umas voltas por lá. De carro dá para ir parando em várias delas, como é possível ver no mapa abaixo. 


Governador Celso Ramos possui várias praias e todas muito lindas. A sua localização é realmente privilegiada, pois encontra-se em meio as Áreas de Proteção Ambiental (APP) da Baleia-Franca e de Anhatomirim, onde golfinhos se reproduzem e vivem.

No almoço, fizemos uma parada em um restaurante que nos conquistou pela simpatia do pessoal e pelo tempero da comida, além de uma pimenta que eles serviam, feita ali mesmo pela sogra do proprietário. Inclusive, depois de elogiar tanto a pimenta para os donos, estes resolveram nos presentear com um potinho da ardida! O lugar chama Restaurante Mar à Vista, fica na estrada geral dos Ganchos (subida do Morros de Palmas). Provamos um delicioso peixe à escabeche que acompanhava arroz, fritas, salada e pirão (R$42 serve dois e até 3!). 

Mapa de praias de Governador Celso Ramos. Fonte: google.com

Outra foto da Praia de Palmas vista do alto de um morro... pena que o dia estava nublado. Foto: guiemi.blogspot.com

Praia de Ganchos de Fora. Foto: guiemi.blogspot.com

Praia de Ganchos de Fora. Foto: guiemi.blogspot.com

Peixe à Escabeche do Restaurante Mar à Vista. Foto: guiemi.blogspot.com

Vista do Restaurante "Mar à Vista". Foto: guiemi.blogspot.com

Praia de Ganchos de Fora com sol! Olha a cora dessa água! Foto: www.pontadosganchos.com.br

Fenaostra 2010. Foto: guiemi.blogspot.com

A Fenaostra acabou, mas ano que vem tem mais... sempre no mês de Outubro. Nós fomos lá conhecer a feira e comer umas ostrinhas. Gostamos muito da organização da festa e simpatia do pessoal. A entrada na feira era gratuita e o estacionamento estava 5 reais.
Os preços das comidas deviam ser tabelados, pois todos traziam valores iguais ou bem parecidos para as ostras, o que variava mesmo era  o preço dos pratos mais diferentes, como um tal de escondidinho de ostras e ostras gratinadas com amêndoas que vimos por lá, esse último custava 20 reais por 6 ostras, bem caro! Mas na maioria dos stands/restaurantes, uma porção (meia dúzia) de ostras gratinadas, por exemplo, saia por 12 reais e meia dúzia de ostras ao bafo saia por 7 reais. Bem, a verdade é que é a ostra estava mais cara na Fenaostra do que em muitos restaurantes de Santo Antônio de Lisboa ou do Sambaqui, bairros no Norte da Ilha que possuem diversas criações de ostras.
Escolhemos comer no stand do Restaurante Ostradamus, que participava da feira também com preços acessíveis. Além das ostras gratinadas (7 reais), comemos a paella deles (15 reais)... os dois estavam deliciosos! O preço foi muito bom, pois esse famoso restaurante do Ribeirão da Ilha costuma ter preços bem mais altos.
Quanto as ostras do Ostradamus, são sensacionais, super saborosas. Esse restaurante tem um diferencial na sua produção de ostras, que é a utilização de um depurador que deixa o sabor das ostras mais suave. O depurador funciona como um aquário, que trata as ostras com água do mar filtrada e luz ultravioleta, assim as ostras são purificadas e perdem os odores fortes, além disso também eliminar as impurezas e bactérias. Por isso, as ostras do Restaurante Ostradamus são conhecidas como ostras depuradas.
Além dos vários restaurantes servindo ostras e outros frutos do mar, também tinha o pavilhão de artesanato com a exposição de vários produtos de artesãos locais e de outras cidades de Santa Catarina.
A Fenaostra terminou no Domingo, dia 31, e foi uma pena, pois com a cidade lotada de turistas e o tempo lindo, quente e seco que fez em todo feriado, deveriam ter estendido um pouco mais a festa para mais pessoas conhecerem a gastronomia e cultura da Ilha.

Ostras gratinadas do Ostradamus. Foto: guiemi.blogspot.com

Paella do Restaurante Ostradamus na Fenaostra 2010. Foto: guiemi.blogspot.com
Stand do artesão Fábio Marcelo, que tem ateliê na estrada entre as praias da Armação e Pântano do Sul. Foto: guiemi.blogspot.com




A FENAOSTRA (Festa Nacional da Ostra e da Cultura Açoriana) começa dia 22 de outubro e se estende por 10 dias. Essa festa é cheia de atrações gastronômicas com muitas ostras, além de atrações folclóricas e culturais.

"É uma festa popular, que celebra a cultura açoriana da Ilha de Santa Catarina, festejada atualmente como um dos destinos turísticos mais procurados do País. Reconhecida como a Capital da Inovação, por despontar no cenário nacional como um dos mais destacados pólos tecnológicos brasileiros, Florianópolis também vem se consolidando como uma verdadeira grife, quando o assunto é a produção de ostras. A capital catarinense responde hoje por 95% da chamada ostra do pacífico cultivada no País, comercializando 1.301.500 toneladas em 2009. Nada mais natural, então, que o molusco tenha virado protagonista de um grande festival de gastronomia e cultura, a FENAOSTRA". (Texto do site da Fenaostra)

O destaque da  Fenaostra é a gastronomia, onde será possível experimentar ostras e outros frutos do mar, preparados por vários restaurantes da Ilha. Também terá um pavilhão especial para expor e vender o artesanato daqui da Ilha, além de apresentações do boi-de-mamão e pau-de-fita. Além de tudo isso, vai ter shows com artistas nacionais (bem, de todos ali, iria só no do Zé Ramalho!)

Ostras servidas na FENAOSTRA 2009. Foto: Anita Dalmas no Flickr 



A FENAOSTRA acontece no Centro Sul 
(Centro de Convenções de Florianópolis)
Av Gustavo Richard, Baía Sul, Florianópolis.

Preço: O acesso somente à feira custa R$ 5, sendo que estudantes têm 50% de desconto. Para os shows, a pista custa R$ 20 (R$ 10 para estudantes), a pista vip, em frente ao palco, sai por R$ 40 e o camarote custa R$ 50. As entradas para os shows também dão acesso à feira. 

O breakfast feito em casa: hash browns, ovos com bacon, panquecas com maple syrup e torradas.

Tem dia que dá uma vontade louca de comer algumas coisas que a gente costuma comer viajando. Esse café da manhã 'super leve' foi uma dessas vontades e nos fez lembrar bastante da nossa última viagem e os cafés da manhã que comemos por lá (veja este link). No breakfast que preparamos aqui em casa  fizemos ovos com bacon, panquecas mais grossas cobertas com manteiga e maple syrup, torradas e hash browns. Deu tanta 'sustância' esse café da manhã, que sentimos fome já era bem mais tarde. O esquema norte-americano de café da manhã realmente é bem diferente do brasileiro, que toma um cafezinho mais leve e prioriza o almoço. O pessoal lá de cima (EUA e CAN) come bastante no café da manhã e fica no sanduíche no almoço, além de jantar super cedo (entre 5 e 6 da tarde!).

A receita do hash brown (tipo um bolinho de batata ralada) é super simples:

- Rale as duas batatas e escorra por alguns minutos.
- Em uma tigela, usando um garfo, misture a batata ralada, 1/4 de uma cebola média, 1 ovo e 1/4 de  farinha de trigo. Tempera com sal e pimenta do reino.
- Aqueça o óleo em uma panquequeira. Coloque a batata ralada formando um tipo de panqueca não muito grossa.
- Frite até dourar bem por baixo, depois vire e doure do outro lado.

Dentro da baleeira que leva até a Costa da Lagoa. Foto: Gui e Mi Moki

Um passeio bem legal aqui em Floripa é um almoço na Costa da Lagoa. Seja morador da Ilha ou turista, não tem quem não se encante com a beleza e a simplicidade desse vilarejo! Para se chegar à Costa da Lagoa a única forma é de barco. Se você não tem lancha ou um amigo que tenha, como é o nosso caso, o negócio é pegar uma baleeira no trapiche do centrinho da Lagoa da Conceição. A baleeira é um passeio à parte e custa barato (R$ 3,50 a tarifa simples - está vai parando nos pontos de embarque ou R$ 5,00 a tarifa executiva - vai direto para a Costa). O trajeto, que dura 40 minutos, é muito lindo! Nele é possível observar as casas que ficam a beira da Lagoa, a própria Lagoa e, com sorte, ver um peixes pulando na água, além de pássaros. Também vale a puxar assunto com os senhorzinhos da embarcação, que adoram contar sobre a Costa e indicarem restaurantes. É claro que, se você tiver disposição, pode fazer a trilha que começa no Canto dos Araças. Bem, um vez tentamos isso e quase morremos, então descemos até um dos pontos e pegamos a baleeira!

Almoçamos no restaurante "Costa Leste", que fica na parada do barco nº 21, um pouco mais para a frente da maioria dos restaurante e, por isso mesmo, mesmo muvucado. Experimentamos um peixe que só dá na Lagoa, a Carapeva, hummmm delícia! O preço é acessível (R$ 27,00) e serve duas pessoas, a carapeva frita acompanha arroz, batata frita e pirão. A comida é muito boa e o que marca os restaurantes dali da Costa da Lagoa são a simplicidade e simpatia do povo.


Casas da Lagoa vista do barco. Foto: Gui e Mi Moki

Carapeva frita. Foto: Gui e Mi Moki

Barquinho em frente ao restaurante Costa Leste. Foto: Gui e Mi Moki

Placas de indicação da trilha da Costa da Lagoa. Foto: Gui e Mi Moki

Casinhas que se encontra pela trilha da Costa da Lagoa. Foto: Gui e Mi Moki

Ponto para embarcar nas baleeiras. Foto: Gui e Mi Moki

Calçamento na trilha da Costa da Lagoa. Foto: Gui e Mi Moki

Costa da Lagoa. Foto: Gui e Mi Moki

Lojinha de artesanato na vila da Costa da Lagoa. Foto: Gui e Mi Moki

Restaurante na Costa da Lagoa. Foto: Gui e Mi Moki

Na volta de seu passeio, aprecie a vista noturna da Lagoa da Conceição. Foto: Gui e Mi Moki


Essa receita de lula recheada é super tranquila de se preparar. E  apesar de parecer chatinha de se fazer, é até rápida. O resultado final é uma delícia, mas para ficar realmente gostosa o negócio é temperar bem os recheios. Usamos dois recheios diferentes, um de salmão e outro, de champignon na manteiga. A lula, é claro, tem que ser fresquinha. Isso não é problema aqui para nós, em Florianópolis, afinal estamos em uma cidade de mar com 42 praias!!! Compramos a lula e o salmão, também fresquissímos, em uma loja chamada Pescados Verde Mar (http://www.pescadosverdemar.com.br/). Essa loja de pescados é especializada em peixes para sashimis, abastecendo muito dos restaurantes aqui da Ilha, então imagine como devem ser fresquinhos! O atendimento é maravilhoso também e a variedade enorme.

Receita Lula Recheada

- Marinar a lula com limão, sal, pimenta do reino
- Picar o salmão e temperar com bastante cebolinha, com sal e pimenta do reino
- Fazer o champignon na manteiga
- Rechear a lula e fechar com palitos de madeira
- Passar um pouco de curry em cada lulinha
- Fritá-la rapidamente
- Colocar no forno até elas ficaram com uma corzinha a mais.
A próxima vez, vamos temperar o salmão com cream cheese!

Para nos despedirmos de Vancouver fomos jantar com amigos no Robson Sushi (que já comentei aqui) e foi ótimo... comida deliciosa e boas companhias!
Não foi fácil dar tchau para Vancouver, a vontade de ficar mais tempo era grande... Bem, aqui estamos nós de volta... pelo menos não é mais São Paulo, agora é Florianópolis.
Toda essa experiência de vida no Canadá foi marcante: conhecer pessoas de tudo quanto é canto do mundo, conhecer uma cultura que respeita as pessoas, ver a vida de outro ângulo. Ah, o mundo é tão grande para viver e morrer no mesmo lugar que nascemos! Open mind!!!!
Com amigos no Robson Sushi
Sushis

Uma das coisas mais fascinantes é seu multiculturalismo e isso pode ser facilmente notado com a riqueza gastrônomica encontrada pelos restaurantes da cidade. Foi em Vancouver que comemos pela primeira vez a korean food! Nossa, que delícia! O preço também é bom e a localização não poderia ser melhor, na Robson Street. O Ap Gu Jung é bem lotado e para conseguir uma mesa o melhor é chegar cedo... http://www.apgujungrestaurant.ca/ . Eu comi o prato vegetariano Bim Bi Bop e o Gui um prato bem apimentado com carne de porco que não lembro o nome.


Bim Bi Bop

No dia do feriado, o Remembrance Day, tentamos ir até um lugar chamado Burnaby Mountain, uma montanha bem alta que dá para ver a cidade de Burnaby e Vancouver. Fomos até quase lá perto, na Simon Fraser University, mas desistimos de ir até a montanha por causa do frio e também por causa da chuva. Estava muitoooooo frio, uns 3ºC, mas a sensação térmica era menor. E o que melhor tem para se fazer com frio e chuva? Comer, é claro! Fomos então experimentar os famosos hamburgueres do Red Robin... eu já tinha lido em alguns blogs sobre esse lugar e aqui muitos estudantes falaram que era muito bom. Hummm, já comi hamburgueres vegetarianos melhores. É bom, mas nada de "uau, que coisa inesquecível!"... it's ok. O Gui também achou a mesma coisa. Ahhh, a batata frita (grátis) essa sim é gostosa, nossa!




White Spot da Georgia W. St

Em um sábado de manhã bem chuvoso decidimos que iríamos aproveitar para experimentar um típico café da manhã da América do Norte e lá fomos nós para um restaurante chamado White Spot (http://www.whitespot.com/). Nossa, que coisa enormemente gorda que é o tal do breakfast!!! Mas não temos como negar, era uma delícia também! Nesse dia comemos tanto no café da manhã que só fomos comer de novo à noite, em casa. O Gui comeu panquecas na manteiga (as panquecas daqui são beeeem grossas), bacon, salsichas, ovos e batatas em forma de crispys. E eu pedi waffles com geléia de blueberry e ainda veio por cima delas um monte de chantilly!!!! Só o café que eu não gostei, pois parecia mais um chá de tão fraco. Bem, um café assim cheio de gordura todo dia não tem coração que aguente... mas de vez em quando, sem problemas!



Nat’s Fabulous French Breakfast


The Spot’s Berry Patch Waffle

Um amigo nosso, o coreano Gerrard (!!!!... já falei aqui que os coreanos tem nomes em inglês por causa da dificuldade de pronunciar os nomes deles em coreanos... o Gerrard quis ser diferente e optou por nome em francês), terminou o curso na CSLI e para nos despedirmos dele fomos em um restaurante japonês com uns amigos. Os coreanos (que povo animado e feliz é esse!) preferiram comida japonesa para a despedida, por isso fomos no "Robson Sushi" (que inclusive é do lado onde moramos, na Robson Street), um "all-you-can-eat" com deliciosos sushis e sashimis. Aqui não tem rodízio, como nos restaurantes japoneses de São Paulo, mas esse sistema o "all-you-can-eat" é quase a mesma coisa: se paga um valor e se come à vontade durante 1h30. Foi uma noite (noite??? jantamos eram 17h00!!! tudo bem que já estava escuro, agora esse horário é uma escuridão já, por causa da proximidade do inverno) muito legal, demos muitas risadas e comemos muito bem! Ahhh, comer sushi aqui é bem mais barato que em São Paulo! E mais gostoso também!

Gerrard (Coréia), Abdulah (Saudita), Alfonso (mexicano), Sun (CO), Tonic (CO), Rachael (Co), Young (C0), Eu, Gui, Miguel (Brasileiro)


Na saída do Robson Sushi: frio e chuva... Raincouver!!!!

Experimentamos outro dia, pela primeira vez, comida ucraniana! Nossa, que delícia! O lugar chamava Ukrainian Village Restaurant, pequeno e simples. Nesse dia não estávamos com muita fome e pedimos só um prato para nós dois. O prato tinha perogies com recheio de cebola (lembra um bolinho de batata), cabbage rolls (o vegetariano e outro com carne), além de repolho, beterraba e pickles. Pedimos uma sobremesa muito boa também, a Russian Cake Napoleon, que é feita com massa folhada... hummmm.

Ukrainian Dinner

Russian Cake Napoleon

Depois do Museu de Antropologia, fomos comer em um lugar simples e delicioso chamado "Go Fish Ocean Emporium", no False Creek Fishermen's Wharf. Lá comemos um "Fish & Chips", peixe frito com batata frita, que acompanha uns molhinhos. O peixe que comemos chama "cod", é bem mais gostoso que o salmão, que já experimentamos e não curtimos muito. O lugar tem preço bom, além de uma vista legal para o mar (False Creek) e os barquinhos.


Go Fish!

Gui no "Go Fish"


Fish and Chips


Vista da False Creek Fishermen's Wharf, em frente do "Go Fish"

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